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Teste VARK em grupo: perfis de aprendizagem de uma turma

Aplique o teste VARK numa turma ou num grupo em formação, de graça e sem cadastro. Cada pessoa recebe um link, você acompanha a distribuição dos perfis ao vivo.

Criar uma sessão →

Grátis, sem cadastro, a partir de 3 participantes.

Ler o kit de condução, para compartilhar ou imprimir

Exemplo de grade

👁️ Visual 40%
👂 Auditivo 30%
📖 Leitura/Escrita 20%
🤲 Cinestésico 10%

Exemplo ilustrativo. Sua grade vai mostrar a distribuição real do seu grupo.

A Profilia deixa você aplicar o teste VARK numa turma inteira ou num grupo em formação, de graça e sem cadastro. Você abre uma sessão em um clique, compartilha um link ou um QR code, e cada um responde quando quiser, ou todos juntos no modo oficina ao vivo. A distribuição dos perfis visual, auditivo, leitura-escrita e cinestésico se monta na sua frente, ao vivo. O primeiro nome é opcional, a grade só aparece a partir de 3 participantes, e tudo é apagado depois de 30 dias.

Como funciona

1. Você abre a sessão. Um clique na página do teste, sem nenhum formulário. Você cai direto na tela da sessão, com o link e o QR code prontos para compartilhar. Nenhuma conta a criar, nem para você nem para quem participa.

2. Cada um responde quando quiser. Um único link para todo mundo, para projetar em QR code na tela da sala, colar num espaço de turma ou mandar por e-mail. A sessão abre na hora: cada pessoa responde assim que recebe o link, e o contador sobe conforme as respostas chegam. Para todo mundo começar junto, marque "Oficina ao vivo" ao criar a sessão: os participantes esperam em uma sala e você inicia o teste quando o grupo estiver completo.

3. Você lê a grade. Ela se atualiza sozinha conforme as respostas chegam. Você não precisa cobrar ninguém nem recarregar a página.

O que cada pessoa recebe

Cada participante faz o teste VARK completo, exatamente como se o fizesse sozinho, e chega à mesma página de resultado completa: a descrição detalhada do seu perfil, sem criar conta e sem deixar e-mail. Dá para baixar uma versão em PDF, gerada no próprio navegador (nada é enviado nem guardado), ou salvar a imagem do resultado para compartilhar.

Em seguida a pessoa vê a distribuição coletiva do grupo, sem nenhum nome, com pistas para cada perfil presente e perguntas para puxar a conversa. O primeiro nome, se ela o digitou, só aparece para você.

O que você tem para a devolutiva

  • A grade do grupo, que se atualiza sozinha e pode ser projetada do jeito que está.
  • Para cada perfil presente no grupo, pistas para discutir, como hipóteses.
  • Até quatro perguntas para puxar a discussão, escolhidas conforme a composição real do grupo: um perfil majoritário, dois perfis empatados, um perfil pouco representado, um perfil ausente da sala.
  • A lista "primeiro nome e perfil", visível só para você, das pessoas que digitaram um nome (as demais aparecem como "Anônimo").
  • Uma impressão da grade em PDF pelo navegador, sem os nomes, com a data.
  • Um kit de condução de 60 a 90 minutos, aberto a partir da página da sua sessão, com o exercício "onde este perfil me descreveu mal".
  • Um relatório de equipe para imprimir, só para você: a distribuição, algumas frases que leem a composição do grupo como hipóteses para conversar, uma ficha por perfil presente tirada do conteúdo do próprio teste, as mesmas perguntas de discussão e, como opção, a lista "primeiro nome e perfil" (desmarcada por padrão, logo ausente da impressão).
  • Um botão para refazer o mesmo teste com outro grupo, sem recomeçar do zero.
  • Um modo "oficina ao vivo", opcional: os participantes esperam em uma sala de espera e você inicia o teste quando o grupo estiver completo.

Você também pode fazer o teste: o seu resultado conta na grade.

O que a Profilia não faz: não há exportação para planilha, nem relatório individual enviado por e-mail. A devolutiva se prepara em cima da grade na tela ou do relatório impresso, com o anfitrião como intérprete.

Ler a distribuição de um grupo

O que o VARK coletivo mostra não é o nível do grupo, é o formato em que cada pessoa diz preferir receber a informação. Uma preferência declarada não quer dizer que se aprende melhor por esse canal (veja os limites mais abaixo). A leitura útil acontece, portanto, sobre a distribuição, como ponto de partida para uma conversa sobre os materiais, não sobre os indivíduos.

Um grupo espalhado por vários perfis lembra que as preferências variam numa mesma sala. É uma boa ocasião para perguntar ao grupo quais materiais o ajudam, sem separar ninguém.

Um grupo com muitos cinestésicos. Muita gente diz preferir a prática. Uma pergunta útil: as sequências teóricas longas são vividas como difíceis, e uma prática regular ajudaria todo mundo?

Um grupo com poucos leitura-escrita. Pouca gente diz preferir o texto escrito. Dá para se perguntar se a apostila é realmente lida, e se uma informação indispensável ganharia em existir também em outro formato.

Um grupo muito visual. Muita gente diz preferir esquemas. Uma pergunta útil: um desenho no quadro feito na hora ajudaria mais do que um slide carregado de texto, para todo mundo e não só para os visuais?

Um grupo muito homogêneo pode refletir a forma como o grupo se formou: uma turma selecionada por um perfil escolar parecido acaba se parecendo. Uma pergunta útil: como o grupo se formou, e o que um material pensado de outro jeito traria?

A grade também propõe, para cada perfil presente, pistas tiradas do teste sobre os materiais, como hipóteses. São pistas para discutir com quem se reconhece nelas, e um material a mais se oferece a todo mundo: uma preferência declarada não diz o que faz aprender.

Roteiro de devolutiva, 60 a 90 minutos

Um resultado de grupo sem animação vira só mais uma imagem. Aqui vai um roteiro que cabe em uma hora, com uma variante para uma sessão mais longa.

Minutos 0 a 10, o enquadramento. Anuncie o objetivo: reconhecer jeitos variados de aprender, não encaixar as pessoas em caixas. Deixe claro que cada um pode aprender de várias formas e que o primeiro nome é opcional. Compartilhe o link ou o QR code.

Minutos 10 a 25, a aplicação e a leitura individual. Cada um responde do seu lado e depois lê a própria página de resultado em silêncio. Peça que guardem uma frase que tem a ver com a pessoa e uma que não tem: discordar do resultado é útil de dizer em voz alta.

Minutos 25 a 40, a grade. Mostre a grade e pergunte primeiro o que as pessoas enxergam nela, antes de qualquer interpretação. Depois faça as perguntas da seção anterior, como hipóteses a verificar juntos: perfil majoritário, perfil ausente, preferências pouco representadas.

Minutos 40 a 55, a discussão. Retome as perguntas propostas abaixo da grade. Acrescente esta: "Em que situação recente percebemos que funcionamos de jeitos diferentes, e o que achamos disso?"

Minutos 55 a 60, o compromisso. Um único gesto concreto para a próxima sessão: variar um material (um esquema a mais, um momento de troca oral, um exercício prático), para todo mundo, e depois perguntar ao grupo o que ajudou.

Variante de 90 minutos. Entre o minuto 40 e o minuto 70, peça a subgrupos que retomem uma aula ou formação recente: por quais canais diferentes ela poderia ser oferecida a todos, e o que observaríamos para saber se ajuda? A ideia não é adaptar a aula a cada preferência da sala: essa hipótese do pareamento não é confirmada (veja os limites mais abaixo).

O que evitar: apresentar o resultado como uma capacidade ("você é visual, então não retém o que ouve") e reduzir alguém a uma única preferência. O primeiro nome que você vê na sua tela não deve ser lido em voz alta.

O kit de condução VARK retoma este roteiro em uma página reservada a quem conduz, aberta a partir da página da sua sessão e repetida na última página do relatório de equipe. Ele acrescenta o exercício "onde este perfil me descreveu mal", que lembra que o resultado é um ponto de partida, um enquadramento sobre a origem do modelo e sobre a hipótese de correspondência, e a lista do que o questionário não permite: dizer como uma pessoa ou o grupo vai se sair, ou por qual canal alguém aprende melhor, comparar duas pessoas, dividir as pessoas ou os materiais de acordo com o perfil, adaptar uma aula ao canal preferido de cada pessoa, avaliar ou recrutar.

Quando usar

No início de uma formação, para abrir a conversa sobre os materiais que a turma diz apreciar, e justificar para o grupo por que a aula alterna os materiais.

Em sala de aula, como ponto de partida para uma conversa sobre métodos de estudo. Conversar sobre isso pode ajudar um aluno a descrever como estuda, sem transformar isso em rótulo.

Numa equipe, antes de montar um onboarding ou um material interno, para conversar com a equipe sobre os formatos a oferecer, sem presumir o que bastará.

Anonimato e dados

A grade só aparece a partir de 3 participantes. Abaixo disso, uma distribuição diria demais sobre cada um: num grupo de duas pessoas, uma distribuição identifica todo mundo.

O primeiro nome é opcional. Se for informado, só o anfitrião vê, ao lado do perfil da pessoa. Os participantes só veem a distribuição coletiva, sem nenhum nome. Um apelido também serve. Sem nome, o resultado conta na grade do mesmo jeito. Ninguém é obrigado a se identificar para participar, o que importa especialmente em contexto escolar.

Nenhuma conta é criada, nem para você nem para quem participa. As sessões e os nomes eventuais são apagados depois de 30 dias, automaticamente. Não existe nenhuma publicidade na Profilia, e os seus dados não são vendidos para ninguém.

O que o VARK mede, e os limites dele

O VARK mede uma preferência de formato, não uma capacidade nem um nível. Ele diz sob qual forma uma pessoa gosta de receber a informação, e nada além disso.

O limite dele é importante e bem documentado: a ideia de que ensinar cada um no próprio estilo melhoraria os resultados não é confirmada pela pesquisa. É a chamada hipótese do pareamento, e os estudos que testaram isso a sério não a confirmam. Dizemos isso aqui porque é verdade, e porque muita página que oferece esse teste evita mencionar. O detalhe está no nosso artigo sobre os estilos de aprendizagem VARK.

Consequência prática, e ela é mais útil do que o mito: em vez de separar os membros por perfil, uma pista prudente é oferecer o mesmo conteúdo por vários canais para todo mundo e depois observar o que ajuda. É uma hipótese razoável para experimentar, não um efeito que este teste demonstre. A grade serve para ver o que o seu formato habitual deixa de fora, nunca para encaixar alguém numa categoria nem para explicar um fracasso.

Para o uso em formação, o guia o VARK na formação de equipes vai mais fundo na construção de uma sequência.

Perguntas frequentes

O teste VARK em grupo é mesmo grátis? Sim, o teste VARK em grupo na Profilia é totalmente gratuito, sem limite de sessões, sem versão paga e sem publicidade. Não existe período de teste limitado nem recurso reservado.

Preciso criar uma conta para aplicar o VARK numa turma? Não. Nem o professor nem os participantes precisam de conta. Você cria a sessão e compartilha um link; cada pessoa responde direto, sem cadastro e sem informar e-mail.

As respostas dos participantes são anônimas? Entre os participantes, sim: eles só veem a distribuição coletiva, nunca quem tem qual perfil, e ela só aparece a partir de 3 participantes. Já o anfitrião vê o perfil de cada pessoa ao lado do primeiro nome, se ela tiver informado. O nome é opcional e um apelido basta.

Quantos participantes são necessários, no mínimo e no máximo? São necessários 3 participantes no mínimo para a grade aparecer, e uma sessão aceita até 300 pessoas, o que cobre tanto um grupo pequeno de formação quanto um auditório.

Por quanto tempo os dados ficam guardados? Uma sessão de grupo e os resultados dela são apagados automaticamente 30 dias depois da criação, incluindo os nomes. Nada fica guardado além disso.

É preciso adaptar a aula ao estilo dominante da turma? Não, e esse é o mal-entendido mais comum. Que ensinar cada um no estilo preferido melhore os resultados não foi demonstrado pela pesquisa disponível. Uma pista mais prudente é passar a mesma ideia por vários canais para o grupo inteiro e depois observar o que ajuda.

O VARK é cientificamente validado? Não. O VARK descreve uma preferência declarada, e a hipótese do pareamento na qual se apoia o uso pedagógico mais comum dele não é sustentada pelos dados. Ele continua útil como apoio para conversar sobre métodos de estudo, desde que não vire um diagnóstico.